Concurso Internacional de Guitarra de Viseu
Júri
Na Categoria Aberta, o painel é presidido por Paulo Vaz de Carvalho e conta com mais 7 jurados oriundos de Portugal, Espanha e França.
Na Categoria Juvenil, o painel é presidido por Pedro Rodrigues e integra mais 5 jurados oriundos de Portugal, Eslováquia e Montenegro. Este é um painel que reúne enormes talentos e cuja experiência nos assegura que a escolha dos vencedores está em boas mãos.
Categoria Aberta
Presidente do Júri
Paulo Vaz de Carvalho (Portugal)
Direção Artística do Concurso
Paula Sobral (Portugal)
José Carlos Sousa (Portugal)
Jurados
Martin Krajčo (Eslováquia)
Thomas Viloteau (França)
Cleyton Fernandes (Brasil)
Goran Krivokapić (Montenegro)
André Cardoso (Portugal)
Categoria Juvenil
Presidente do Júri
Pedro Rodrigues (Portugal)
Jurados
Martin Krajčo (Eslováquia)
José Carlos Sousa (Portugal)
Pedro Rufino (Portugal)
Francisco Berény (Portugal)
André Cardoso (Portugal)
Paulo Vaz de Carvalho
Detalhes sobre os Jurados

Após a sua licenciatura em Direito na Universidade de Coimbra, fez estudos de guitarra na Muzikhochschule de Viena sob a orientação de Luize Walker. Continuou estudos de guitarra no Conservatório de Aulnay-Sous-Bois sob orientação de Raymond Gratien a par de estudos particulares com Roberto Aussel. Em 1994 fez mestrado em Ciências Musicais na Universidade de Coimbra e doutoramento na Universidade de Aveiro sobre o tema ”Pensamento Polifónico na Didática de Guitarra do Século XVII ao Século XX”.
Participou em comunicações, em congressos e encontros de organologia.
Tem atuado para a RTP e RDP Antena 2 e, nas temporadas da Fundação Calouste Gulbenkian, no Ministério da Cultura, na Fundação de Serralves, na Casa da Música, na Expo 98 na Semana de Guitarra de Lisboa, no Festival Internacional de Santo Tirso e no Bolívar Guitar Festival, em Londres, Inglaterra.
Foi solista de guitarra com várias orquestras portuguesas.
Tem participado em recitais de música vocal e instrumental como “Retratos e Paisagens” para conjunto instrumental, “De Mil Amores”, “Requiem Laico por Paquito Cardinali”, entre outros.
Em colaboração com construtores projetou e construiu instrumentos de corda.
Participou em diversos registos sonoros: Isabel Soveral, Fernando Lopes Graça, Eurico Carrapatoso e dele próprio—Quatro Visitações a Manuel Mendes”, “Retratos e Paisagens”, “Triângulo do Atlântico”. Na aplicação da sua música de cena, tem realizado sessões de formação de atores nas companhias “A Escola da Noite” e “Urze Teatro”.
Reuniu a equipa fundadora da primeira Academia de Música de Vila Real.
Foi assistente de Expressão Musical na UTAD.
Foi Professor nas áreas de Guitarra, Didática de Guitarra e Música de Câmara, no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. É diretor artístico do festival “Ponto de Guitarra”.
Paula Sobral

Paula Sobral, natural de Sernancelhe (Viseu), iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música de Viseu, onde estudou Guitarra com Luís Lapa e Christopher Lyall. Em 1994, ingressou na Licenciatura em Ensino da Música na Universidade de Aveiro, na área de Guitarra Clássica, sob a orientação de Paulo Vaz de Carvalho.
Posteriormente, continuou o estudo do instrumento com o guitarrista Jozef Zsapka. Conjugou o estudo da guitarra com a atividade docente no Conservatório de Viseu e participou em várias masterclasses. Lecionou igualmente na Escola de Música do Colégio de S. José (Guarda) e no Conservatório de Seia.
Atualmente, leciona no Conservatório de Música de Viseu “Dr. José de Azeredo Perdigão”. Em 2007, concluiu o Mestrado em Música de Câmara na Universidade de Aveiro, sob a orientação dos Professores Paulo Vaz de Carvalho, Helena Marinho, Fausto Neves e do guitarrista Odair Assad.
Entre 1999 e 2014, conjuntamente com José Carlos Sousa, foi diretora artística do Concurso e Festival Internacional de Guitarra Clássica de Sernancelhe, evento pioneiro no país. Desde 2015, é diretora artística do Concurso Internacional de Guitarra de Viseu, concurso integrado no Festival de Música da Primavera de Viseu.
A sua atividade artística tem-se destacado na área da música de câmara, nomeadamente com o duo de guitarras Concentus Duo, com Manuel Tavares desde o ano 2000. O duo apresentou-se em várias cidades do país, no Festival Ciclo de Guitarra Clássica de Oliveira do Bairro, no Festival de Guitarra da Fundação António de Almeida, no Festival Internacional de Sernancelhe, no CCB, no Festival Internacional Guitarmania (Almada e Lisboa) e no Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso. Fora de Portugal, marcou presença no Festival Internacional de Guitarra de Hondarribia (País Basco), no “Guitarre-Essonne”, em Paris, e no Festival Internacional de Guitarra de Palência, em Espanha. Este duo deu lugar ao seu mais recente projeto – Duo Sobral – formado entre mãe e o seu filho Rúben Sobral.
Tocou no octeto de guitarras Acord’Ensemble e na orquestra Guitarrafonia. É membro do Quarteto de Guitarras de Viseu, grupo que tem desenvolvido uma intensa atividade artística desde a sua criação, com um repertório muito abrangente e recorrendo frequentemente a transcrições próprias. O quarteto apresentou-se como solista com a Orquestra Filarmonia das Beiras, em 2018, e com a Orquestra do Atlântico, em 2020.
José Carlos Sousa

José Carlos Almeida de Sousa nasceu em Viseu – Portugal, em 1972. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão, na sua cidade natal onde concluiu o curso geral de composição em 1995.
Em 1996 prossegue os seus estudos na Universidade de Aveiro, onde concluiu a sua Licenciatura em Composição, no ano de 2000.
Estudou composição e música eletrónica com Evgueni Zoudilkin, João Pedro Oliveira e Isabel Soveral. Frequentou ainda vários seminários de composição e música eletrónica orientados pelos compositores; Jorge Antunes, Alain Sève, Tomás Henriques, Flo Menezes, François Bayle e Emmanuel Nunes.
Já lecionou na Universidade de Aveiro e no Instituto Piaget em Viseu.
Foi conjuntamente com Paula Sobral organizador e diretor artístico do Concurso e Festival Internacional de Guitarra Clássica de Sernancelhe, durante 15 edições consecutivas.
Foi o criador do Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu, que organiza desde 2008 exercendo também o cargo de Diretor Artístico do Festival.
Em 1995 ganhou o primeiro prémio do 1º concurso de composição do conservatório onde estudou, com a obra infantil para piano, Almofada.
No Concurso de Composição Electroacústica “Música Viva 2000”, foi agraciado com uma Menção Honrosa.
Em Abril de 2001 foi premiado com a sua obra Viagem no referido concurso, integrado na Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
A sua música tem sido tocada em várias cidades portuguesas e em vários festivais de música: Festival Música Viva (Portugal), Primavera en La Habana (Cuba), Aveiro Síntese (Portugal), “33e Festival International des Musiques et Créations Electroniques” (Bourges – França), Concurso e Festival Internacional de Guitarra (Sernancelhe – Portugal), 14th World Saxophone Congress (Slovenia), “Guitarmania” – Festival Internacional de Guitarra Clássica (Almada – Portugal), Festival de Guitarra de Palência (Espanha), Festival Dias de Música Electroacústica (Seia – Portugal), “Síntese” – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda (Portugal), Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso (Portugal), Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu (Portugal), 8e Festival International Guitar´Essonne – (Paris – França), Dias de Música Electroacústica no Santa Cruz Air Race (Portugal), VIII Festival de la Guitarra de Sevilla – Espanha,
Tempo Reale Festival “Maratona Soundscape” em Florença Itália, Festival “The Soundscape we live in” em Corfu na Grécia, entre outros.
Algumas das suas obras resultam de encomendas de várias instituições como Festivais Internacionais de Música, Universidades, Orquestras, Museus e Câmaras Municipais.
Em abril de 2022 foi realizada a estreia mundial da sua obra para Orquestra “As 7 Trombetas e a Nova Jerusalém”. A convite da Cem Palcos, apresentou em colaboração com o escritor João Ricardo Pedro o projeto “Sete Andamentos para uma Cave” em 31 de maio de 2024. Em novembro de 2024 o seu projeto “De Tenebris ad Lucem Sonorum” foi apresentado em Viseu, Porto, Braga, Estarreja, Mangualde e Castelo Branco.
Entre março e julho de 2025 foi a presentado o projeto “A Viagem dos Capitães” em Viseu, Mangualde. Tondela, Carregal do Sal e Sernancelhe.
Diretor, e diretor artístico do Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu que fundou e dirige até hoje na sua 19º edição.
É professor de composição no Conservatório de Música de Viseu, exercendo também o cargo de Diretor Pedagógico do Conservatório desde 2004.
Martin Krajčo

Martin Krajčo, um dos principais guitarristas eslovacos, é uma das personalidades proeminentes da cena musical eslovaca. Formou-se na Academia de Artes Performativas de Bratislava (Prof. Jozef Zsapka). Além dos seus estudos, frequentou regularmente masterclasses ministradas por artistas como Costas Cotsiolis, Leo Brouwer, Luise Walker e muitos outros. O seu sucesso durante os estudos é confirmado pelos prémios conquistados em concursos internacionais em Aix-en-Provence, Bratislava, Kutná Hora, Sernancelhe e Viena. Martin é um artista versátil, atuando como solista e músico de câmara. Desde 1997, é membro do Quarteto de Guitarras de Bratislava e está continuamente envolvido em projetos com diversos artistas, entre os quais Emily Van Evera, Hrvoje Jugović, Pavel Steidl, Simona Šaturová, Eva Šušková, Juraj Tomka, Miloš Valent, Quarteto Moyzes e Quarteto Mucha. Os seus projetos fazem parte de importantes festivais na Áustria, República Checa, Alemanha, Grã-Bretanha, Grécia, Hungria, Itália, Eslováquia, Sérvia e Espanha. As estreias mundiais incluem obras de Breiner, Brouwer, Burlas, Godár, Kolkovič, Krák, Kupkovič, Machajdík, Malovec, Mertz, Tailleferre, Zagar e outros. A discografia de Krajčo inclui obras a solo, duetos de guitarra, composições para guitarra e piano ou quarteto de guitarras. As gravações recentes incluem Kukuk de Mertz com Pavel Steidl (Music Centre, 2021), Hummel – Música para guitarra e piano, com Hrvoje Jugović (Polimelos, 2025). Desde 2018 é professor associado na Academia de Artes Performativas de Bratislava.
Thomas Viloteau

O guitarrista francês Dr. Thomas Viloteau é considerado um dos mais talentosos intérpretes de guitarra clássica da atualidade. Iniciou a sua carreira muito cedo e apresentou-se em prestigiadas salas da Europa, América e Ásia.
Vencedor de numerosos concursos internacionais, entre os quais a Guitar Foundation of America, Francisco Tárrega, Segovia e Sernancelhe, é o único guitarrista distinguido com o Arthur Foote Award da Harvard Musical Association. É autor do livro In the Black Box: Technique(s) of the Classical Guitar e gravou para editoras como Naxos e Mel Bay.
Desde 2019, integra o corpo docente de guitarra do Peabody Institute da Johns Hopkins University (EUA).
Cleyton Fernandes

Cleyton Fernandes é guitarrista e construtor de guitarras clássicas, com uma carreira que alia a interpretação musical à investigação e à lutheria. Doutorado em Música – Guitarra pela UNESP (São Paulo) e em Semiótica e Linguística pela USP (São Paulo), realizou parte do seu doutoramento em Liège, na Bélgica, e um pós-doutoramento na Universidade Federal da Bahia.
Professor de guitarra na Universidade Federal do Cariri (Brasil), iniciou os seus estudos em 1982 e participou em inúmeros masterclasses e festivais no Brasil e no estrangeiro. Apresenta-se regularmente como solista e em música de câmara, tendo partilhado o palco com músicos de referência, como Paulo Bellinati.
Paralelamente à atividade artística e pedagógica, dedica-se à construção de guitarras clássicas, sendo presença assídua em festivais no Brasil e na Europa, onde realiza palestras sobre a história e as técnicas da lutheria. As suas guitarras são utilizadas por reconhecidos músicos internacionais, entre os quais Franz Halász, José Antonio Escobar, Guinga, Rafael Padrón, Marco Pereira, Daniel Wolff e Eduardo Meirinhos, entre muitos outros.
Goran Krivokapić

O virtuoso da guitarra Goran Krivokapić foi elogiado pela Medici TV como “um dos guitarristas mais procurados da atualidade”.
Vencedor absoluto de dezanove concursos internacionais, centra o seu trabalho no desenvolvimento do repertório para guitarra, principalmente através da realização das suas próprias transcrições e da colaboração com compositores. Goran Krivokapić é um solista, músico de câmara e professor ativo. Apresentou-se por toda a Europa, América do Norte e do Sul, Ásia, África e Rússia, participando em importantes festivais e salas de concerto como a Tchaikovsky Hall, o Palácio Lubkowitz, o Concertgebouw e o Auditorio Conde Duque.
Juntamente com Danijel Cerović, formou o Montenegrin Guitar Duo, um dos principais ensembles de guitarra, que atuou em quatro continentes e realizou a aclamada gravação de estreia das Suites Inglesas completas de J. S. Bach para a editora Naxos.
Apaixonado pelo ensino, Goran Krivokapić tem orientado masterclasses e conferências em universidades e festivais em todo o mundo.
Tendo lecionado anteriormente na Koblenz International Guitar Academy, no Lemmens Institute e no Prince Claus Conservatoire, é atualmente docente na Universidade de Música de Detmold e professor de guitarra na Universidade de Música e Dança de Colónia.
André Cardoso

André Cardoso nasceu em 1980. Frequentou a Escola Secundária Alves Martins em Viseu no Curso Tecnológico de Artes e Ofícios. Ingressou no Curso de Educação Visual e Tecnológica que abandonou para se dedicar exclusivamente ao estudo da música. Frequentou o Conservatório Regional de Música de Viseu Dr. Azeredo Perdigão, onde estudou guitarra clássica com os professores Paula Sobral e Christhopher Lyall. Mais tarde ingressou na Universidade de Aveiro, no curso de Licenciatura em Ensino de Música, no instrumento específico de Guitarra Clássica. Teve como professores Josef Zshapka e Paulo Vaz de Carvalho. Na disciplina de Música de Câmara estudou com o professor António Chagas Rosa. Participou em masterclasses de guitarra clássica e música de câmara orientados por Christhopher Lyall, Timothy Walker, Olga Prats, Betho Davezac, Roberto Aussel, Carlo Marchione, Judicael Perroy, Tal Hurwitz, Yamandu Costa, Jérémy Jouve, Thibault Cauvin entre outros. Gravou para a RDP Antena 2 e Antena 1. Foi solista com a Orquestra Filarmonia das Beiras. Tocou com a Orquestra Clássica do Centro e a Orquestra Aeminium. Tocou música de câmara com as mais variadas formações destacando ‘Duo Lontano’ (2003-2010, duo de guitarras clássicas) e o Quarteto de Guitarras de Viseu (2012-). Dentro da música folk e world music tocou e participou em projetos como Quimera Quinteto (música de Astor Piazzolla), Toques do Caramulo (folk serrano), Contracorrente (músicas de intervenção do mundo), Tocar o Chão (música de Carlos Peninha), Terra da Fraternidade – ACERT (homenagem a Zeca Afonso), Isabel Silvestre e Cantares de Manhouce, entre outros grupos e músicos. Integrou o grupo ‘A Presença das Formigas’ (2009-) onde é intérprete e compositor. Grupo que ganhou o Prémio Zeca Afonso no Festival Cantar Abril em Almada (2009). No mesmo festival ganhou o Prémio Adriano Correia de Oliveira com ‘Contracorrente’ (2013). Participa como intérprete e músico convidado nos álbuns: ‘Ciclorama’ (2010) e ‘Pé de Vento’ (2014) de ‘A Presença das Formigas’; ‘Contracorrente’ – D’Orfeu (2013); ‘A Viagem do Elefante’ – ACERT (2014) 14 canções do espetáculo, com Luís Pastor e ‘A Cor da Língua ACERT’; ‘Mina’ (2016); ‘Tocar o Chão’ (2017); Sara Vidal (2018); Manuel Maio (2019). Participou ainda como intérprete e compositor em ‘Fil’Mus’ (2010-2020, cinema musicado ao vivo), ‘Crónicas de Inverno’ (2015, poesia), ‘O Banco do Tempo’ (2014, dança), ‘Fogo Correndo’ (2019-, teatro). Compôs com Manuel Maio, música para o vídeo coreográfico ‘Perpetuum’ (2016). Começou a fazer teatro amador aos 14 anos. Foi cofundador do Projeto ‘AdHoc’ (1998) onde ganhou prémios com as obras originais ‘Se não fosse de cá, acharia tudo isto muito estanho’ (1999) e ‘Loucura, será isto loucura?’ (2000). Participou como ator e criador, na peça ‘Twister’ (2002) com a direção e textos de Jorge Fraga. Dirigiu vários projetos artísticos com comunidades e grupos de teatro amador principalmente no distrito de Viseu. Em 2007 cofundou a ‘Zunzum’ Associação Cultural e integrou o seu corpo artístico e diretivo até 2017. Foi fundador e diretor artístico do encontro ‘Outono Quente’ (2012-2017). Participou em dezenas de obras teatrais como narrador, encenador, ator, músico. Tem-se apresentado regularmente, por todo o país e estrangeiro, com diferentes projetos musicais e artísticos nomeadamente em Espanha, França, Turquia, Roménia, Bulgária, Alemanha, Holanda, USA, Suíça. Fez parte do júri do Concurso Internacional de Guitarra Clássica no Festival de Música da Primavera de Viseu (2016-). Lecionou no Conservatório de Música de Águeda (2002-2004) e no Conservatório de Música da Guarda (2004-2006). Desde 2004, é docente de Guitarra Clássica no Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão em Viseu.
Pedro Rodrigues

Vencedor do Artist’s International Auditions (Nova Iorque), Concorso Sor (Roma), Prémio Jovens Músicos e premiado em mais de duas dezenas de concursos entre os quais Salieri-Zinetti, Paris, Montélimar, Valencia e Sernancelhe, Pedro Rodrigues iniciou o seu percurso musical aos 5 anos de idade, tendo estudado com José Mesquita Lopes na Escola de Música do Orfeão de Leiria onde terminou os estudos com a classificação máxima como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Posteriormente estuda com Alberto Ponce na École Normale de Musique de Paris onde recebe os Diplomas Superiores de Concertista em Música de Câmara e Guitarra, este último com a classificação máxima, unanimidade e felicitações do júri. Participou em masterclasses com David Russell, Leo Brouwer, Joaquin Clerch e Darko Petrinjiak.
Sob a orientação de Paulo Vaz de Carvalho e Alberto Ponce concluiu em 2011 o Doutoramento na Universidade de Aveiro como bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Apresentou-se a solo em salas reconhecidas internacionalmente como o Weill Hall do Carnegie Hall de Nova Iorque, a Salle Cortot de Paris, National Concert Hall de Taipei, Ateneo de Madrid, Sala Manuel de Falla de Madrid, Endler Hall de Cape Town, India International Centre de New Delhi, Sala Raúl Juliá de San Juan, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, o Grande Auditório da Fundação Gulbenkian e os festivais de Mikulov, Paris, Santo Tirso, Música Viva, Sernancelhe, Caruso Festival, Miguel Llobet, Forfest Kromeriz, Vital Medeiros entre outros. Estreou mais de 60 obras dos mais importantes compositores portugueses como João Pedro Oliveira, Cândido Lima, Isabel Soveral, Sara Carvalho, Sérgio Azevedo, José Luís Ferreira, António Sousa Dias, Carlos Caires entre outros. Muitas destas obras foram-lhe dedicadas.
Fez gravações para RTP, RDP, RTM, SABC, Cesky Rozhlas, WIPR e gravou discos com as editoras Numérica, Nuova Venezia, Portugaler, Slovartmusic, DME, e JNS Music e foi solista com a Orquestra Gulbenkian, Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras entre outras. É igualmente convidado com regularidade para leccionar masterclasses em conservatórios e universidades na Europa, América do Norte e Sul, África e Ásia. As suas transcrições e edições estão editadas pela Mel Bay Publications, Bergmann Editions, AVA Editions e Notação XXI. Como investigador, proferiu conferências na China, Estados Unidos da América, Inglaterra, Brasil e Portugal e os seus artigos foram publicados em revistas como Soundboard Scholar (EUA) e Vortex (Brasil). Recentemente criou e apresentou o programa “Seis Cordas Para Um País” transmitido na Antena 2 e publicou os livros “O jogo das seis cordas” (Notação XXI) e “The Breathing Hand” (Bergmann Edition). Presentemente é Investigador Integrado do INET-md e Professor Auxiliar no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro sendo diretor do curso de Mestrado em Música, diretor artístico dos Festivais de Outono da Universidade de Aveiro e membro do Conselho Geral da Universidade de Aveiro.
Francisco Berény

Francisco Berény Domingues nasceu no Porto (Portugal) e iniciou os seus estudos musicais aos 11 anos. Frequentou o Curso de Música Silva Monteiro onde trabalhou com os professores Hugo Sanches, Paula Marques, Óscar Rodrigues e Pedro Rodrigues. Participou em vários recitais e ministrou Masterclasses em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Áustria, Suiça e Finlândia. Colaborou regularmente em iniciativas com a Associação Música e Esperança de Portugal e tem um duo ativo com o pianista Álvaro Teixeira Lopes, com o violoncelista José Tiago Azevedo e Silva (Opus Duo) e com o flautista Luís Meireles. Em adição, Francisco conta já com obras dedicadas ao próprio pelos compositores Amílcar Vasques Dias, Diogo Novo Carvalho, Pedro Rodrigues (no caso, dedicado ao trio de guitarras Trium) e Fernando Lapa (para o Opus Duo).
No contexto de Masterclasse contactou com: Paula Marques, Michel Sadanovsky, Dejan Ivannovich, Margarita Escarpa, Pedro Rodrigues, Judicael Perroy, Marco Tamayo, Michalis Kontaxakis, Daniel Wolff, Fabiano Borges, Hubert Kappel, Zoran Dukic, Laura Young, Ricardo Gallén, Joaquín Clerch e Marcin Dylla. Berény concluiu uma licenciatura em performance de guitarra e o mestrado em ensino da música na Universidade de Aveiro com o professor Pedro Rodrigues. Em 2021 concluiu um Mestrado em Performance na classe da Professora Laura Young na Universidade Mozarteum em Salzburgo com a nota máxima. No ano de 2023, Francisco lançou o seu primeiro CD “Salzburg Recital” com a KNS.
Desde 2022 é o diretor artístico do Festival Teoria das Cordas (parceria entre a Universidade do Porto e Curso de Música Silva Monteiro), director artístico do Concurso de guitarra Santa Cecília e desde 2024 faz parte da direção pedagógica do Curso de Música Silva Monteiro.
Pedro Rufino

Pedro Rufino natural de Nisa, iniciou os seus primeiros contactos com a música na Sociedade Musical Nisense. Em 1987 entrou para o Conservatório Regional de Castelo Branco onde frequentou a classe de Guitarra do Professor Paulo Valente Pereira e concluído o curso secundário na classe do Professor Eli Camargo Júnior.
Concluiu na Escola Superior de Música de Lisboa a Licenciatura e o Mestrado em Ensino de Música – Instrumento e Classe de Conjunto na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Desde 1996 que lecciona a disciplina de Guitarra e Classe de Conjunto na Academia de Música e Dança do Fundão onde tem desenvolvido os mais variados projetos.
Na sua atividade artística, participou em vários festivais dos quais se destacam, o III Festival Internacional de Guitarra de Tomar, a participação no Festival Internacional de Novosibirski-Sibéria, no recital organizado pelo Instituto Camões em Moscovo (Rússia), em Varsóvia (Polónia), no XII Festival Internacional de Inverno de Domingos Martins (Brasil), no Festival Internacional de Guitarra de Sernancelhe (Portugal), no concerto organizado pelo Conservatório Professional de Música de Bilbau “Juan Crisóstomo de Arriaga” (Espanha), no Festival Internacional Guitar’Essonne (França), no Festival Elogio da Guitarra (Portugal), no Festival Allegromosso (Itália) e na RDP – Antena 2, destacando-se o realizado no Centro Cultural de Belém.
Com o Quarteto de Guitarras Concordis participou no Guitar Art Festival, Belgrado (Sérvia), no 7º Festival Internacional de Guitarra de Lagoa (Portugal), no Festival Guitares en Picardie (França), no 29º Encuentro Internacionale de Guitarra Ciudad de Liñares Andrés Segovia (Espanha), no Festival de Musique de Chambre Beausoleil (França), no Baltic Guitar Festival (Lituânia), no Festival Internazionale delle Due Città (Itália), no Guitar Festival Krsko (Eslovénia), no Festival Internacional de Guitarra José Tomas Villa de Petrer, no Festival Internacional de Guitarra do Fundão, no Festival Internacional de Música de Astana (Cazaquistão), na Fundação Oriente (Macau – China), no Festival Internacional de Guitarra de Hong Kong (China), no Festival Antena 2, Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa (Portugal).
Atualmente é membro fundador do MP GuitarDuo e diretor Artístico do Festival Internacional de Guitarra do Fundão.
Toca em guitarras de Zbigniew Gnatek e é patrocinado pela marca Savarez.
