Orquestra Filarmonia das Beiras com Quarteto de Guitarras de Viseu

6 Abril, 2018 pelas 21h00 (sexta)
na Igreja Nova


Entrada Gratuita

Programa

L. BEETHOVEN (1770-1827)
“Egmont”, Abertura

J. RODRIGO (1901-1999)
“Concierto Andaluz” para quatro guitarras e orquestra
I. Tiempo de Bolero
II. Adagio-Allegro-Adagio
III. Allegretto-Allegro-Allegretto

L. BEETHOVEN (1770-1827)
Sinfonia nº 5 em Dó menor, Op. 67
I. Allegro con brio
II. Andante con moto
III. Allegro
IV. Allegro-Presto

Ficha Artística

Solistas – 4GV, Guitarra – André Cardoso, António Coelho, Marco Pereira e Paula Sobral
Orquestra Filarmonia das Beiras
Maestro – Cláudio Ferreira

Mecenas: Freguesia de Viseu


Biografias

ORQUESTRA FILARMONIA DAS BEIRAS
A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direção de Fernando Eldoro, seu primeiro diretor artístico. Criada no âmbito de um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra.
A OFB é composta por 23 músicos de cordas de diversas nacionalidades com uma média etária jovem e, desde 1999, é dirigida artisticamente pelo Maestro António Vassalo Lourenço. Norteada por princípios de promoção e desenvolvimento da cultura musical, através de ações de captação, formação e fidelização de públicos e de apoio na formação profissionalizante de jovens músicos, democratizando e descentralizando a oferta cultural, a OFB tem dado inúmeros concertos, além de desenvolver frequentes e constantes atividades pedagógicas (programas pedagógicos infanto-juvenis, cursos internacionais vocais, instrumentais e de direção de orquestra, etc.). Também sob estes princípios, apresenta, desde 2006, produções de ópera diversas (infantil, de repertório ou portuguesa).
Do seu vasto histórico de concertos constam participações nos principais Festivais de Música do país (Algarve, Aveiro, Coimbra, Estoril, Évora, Gaia, Guimarães, Leiria, Lisboa, Maia, Óbidos, Porto, Póvoa de Varzim, Festa da Música e Dias da Música do Centro Cultural de Belém) e do estrangeiro (Festival de Guyenne, França, em 1998, Festival de Mérida, Espanha, em 2004, Concurso Internacional de Piano de Ferrol, Espanha, como orquestra residente, em 2007) ou importantes cooperações e co-produções com outros organismos artísticos. São estes os casos de espetáculos no Coliseu de Recreios de Lisboa (com a companhia Cirque du Soleil, em 2000) e no Coliseu do Porto (concertos Promenade); da interpretação da música de Bernardo Sassetti para o filme “Maria do Mar” de Leitão de Barros, desde 2001; da execução da ópera infantil “A Floresta”, de Eurico Carrapatoso, numa co-produção com o Teatro Nacional de São Carlos, Teatro São Luís, Teatro Aveirense e Teatro Viriato, em 2004, reposta em 2008; das colaborações com a Companhia Nacional de Bailado na produção dos bailados “Sonho de uma Noite de Verão”, com o encenador Heinz Spoerli, em 2004 e, em 2006, “O Lago dos Cisnes” de Piotr Tchaikowsky, ambos sob a direção de James Tuggle. Em 2017, a OFB foi convidada a apresentar a banda sonora do cine-concerto “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, uma estreia em Portugal. Este espetáculo faz parte da série de filmes-concerto Harry Potter, promovida pela CineConcerts e a Warner Bros. Consumer Products, numa digressão global em celebração dos filmes de Harry Potter. Este cine-concerto foi dirigido pela maestrina americana Sarah Hicks.
Ao longo da sua existência, a OFB tem sido regularmente dirigida por alguns maestros estrangeiros e pelos mais conceituados maestros em atividade em Portugal e tem colaborado com músicos de grande prestígio nacional e internacional, de onde se destacam os violinistas Régis Pasquier, Valentin Stefanov e Wojciech Garbowski, os violoncelistas Irene Lima, Paulo Gaio Lima, Teresa Valente Pereira e Aliaksandr Znachonak, os flautistas Patrick Gallois, Felix Renggli e Istavn Matuz, os oboístas Pedro Ribeiro, Alex Klein e Jean Michel Garetti, os pianistas Pedro Burmester, Jorge Moyano, António Rosado, Miguel Borges Coelho, Gabriela Canavilhas, Adriano Jordão, Anne Kaasa, Valery Starodubrovsky e Valerian Shiukaschvili, os guitarristas Carlos Bonell, Alex Garrobé, Aliéksey Vianna, Jozef Zsapka, Paulo Vaz de Carvalho e Pedro Rodrigues, ou o saxofonista Henk van Twillert, assim como os cantores Elsa Saque, Elisabete Matos, Isabel Alcobia, Luísa Freitas, Patrícia Quinta, Paula Dória, Margarida Reis, Susana Teixeira, Carlos Guilherme, João Cipriano Martins, João Merino, Mário Alves, Nuno Dias, Rui Taveira, Tiago Matos, Luís Rodrigues, Jorge Vaz de Carvalho, Armando Possante, José Corvelo ou José Carreras, sendo que dois concertos realizados, em 2009, com este conceituadíssimo tenor constituirão, com toda a certeza, um marco para a história desta orquestra. Simultaneamente, tem procurado dar oportunidade à nova geração de músicos portugueses, sejam eles maestros, instrumentistas ou cantores.
Do repertório da OFB constam obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI, tendo a Direção Artística dado particular importância à interpretação de música portuguesa, quer ao nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais compositores do século XX e XXI. Aí se incluem estreias de obras e primeiras audições modernas de obras de compositores dos Séculos XVIII e XIX. Neste contexto, da sua discografia fazem parte orquestrações do compositor João Pedro Oliveira sobre Lieder de Schubert, a Missa para Solistas, Coro e Orquestra de João José Baldi e as 3.ª e 4.ª Sinfonias de António Victorino d’ Almeida, sob a direção do próprio (2009). Outras áreas musicais como a música para filmes ou o teatro musical são também incluídas, de forma a chegar ecleticamente ao público, através da colaboração com diversos artistas do panorama nacional onde se incluem Maria João, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Dulce Pontes, David Fonseca, Nuno Guerreiro, Mariza, Gilberto Gil, Carlos do Carmo, Alessandro Safina, Maria Amélia Canossa, Nancy Vieira, Paulo Flores, Rui Reininho, Camané, Luís Represas, Carminho, João Gil, Boss AC, Vitorino, Paulo de Carvalho, Rui Veloso ou James.
Estrutura Financiada pelo Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes.

CLÁUDIO PAIS FERREIRA
Cláudio Pais Ferreira iniciou os estudos musicais na Banda Bingre Canelense, prosseguindo a sua formação em trombone no Conservatório de Música de Aveiro. Terminou o curso de Instrumentista de Sopro na ARTAVE. Licenciou-se em Trombone e concluiu um Mestrado em Pedagogia do Instrumento, um Mestrado em Teoria e Formação Musical e um Mestrado em Direção pela Universidade de Aveiro com o maestro Ernst Schelle. No âmbito deste último Mestrado, sob orientação do maestro António Vassalo Lourenço, editou a obra Suite Africana de Frederico de Freitas, a publicar pela AvA Musical Editions.
Trabalhou com pedagogos e maestros de renome – entre os quais Severo Martinez, António Santos, Jarrett Butler, Hugo Assunção, Ricardo Casero, Jon Etterbeck, António Saiote, Christopher Bochmann, Jean-Sábastien Béreau, Alberto Roque, Pascual Vilaplana e Jean-Marc Burfin – e colaborou com diversas orquestras, nomeadamente a Orquestra Clássica da Madeira e a Orquestra do Algarve. Colaborou, como professor de naipe, com a Orquestra Clássica de Espinho. Foi maestro titular da banda Sociedade Musical Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues, Banda União Musical Pessegueirense e Filarmónica de Santa Comba Dão. No momento encontra-se a aperfeiçoar a sua técnica de direção com o maestro Pedro Neves.
Atualmente é o maestro responsável pelos estágios de orquestra que os municípios de Trancoso, Mêda, Moimenta da Beira e Aguiar da Beira organizam conjuntamente. Tem vindo a dirigir um número crescente de concertos em importantes locais e salas – Viseu, Açores, Lisboa, Porto (Casa da Música), Salamanca, Moçambique (Maputo), entre outros. É regularmente convidado para orientar estágios de orquestra e banda. Para a presente temporada, tem agendados 27 concertos com diferentes orquestras escolares e profissionais. Dirigiu, como maestro convidado, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a orquestra e coro do Projeto Xiquitsi em Maputo. É o maestro titular da Orquestra Juvenil de Viseu e Docente no Conservatório Regional de Música, Dr. José de Azeredo Perdigão.

4GV – Quarteto de Guitarras de Viseu

André Cardoso, António Coelho, Marco Pereira e Paula Sobral são os quatro guitarristas que constituem o Quarteto de Guitarras de Viseu.
Estes quatro músicos, oriundos de diferentes localidades, uniram-se graças ao seu amor pela guitarra clássica e, através dela, foram criando laços de cumplicidade profissional e pessoal. A procura incessante de novos objetivos e desafios, assim como a vontade de fazer e partilhar música, propiciou a criação deste grupo de câmara que conta já com diversos concertos em vários locais do país.
Os quatro músicos fizeram a sua caminhada pedagógica tornando-se diplomados por escolas superiores, mantendo sempre, de forma constante, o contacto com os grandes nomes da guitarra atual através dos mais diversos cursos de aperfeiçoamento e masterclasses ministrados por Carlo Marchione, Judicael Perroy, Fábio Zanon, Roland Dyens, Roberto Aussel, entre muitos outros.
O repertório apresentado tem vindo a tornar-se cada vez mais rico e variado, indo ao encontro (e tendo como principal preocupação) de uma panóplia de gostos musicais abrangentes que corroboram e culminam num repertório eclético que não se extingue na interpretação dos grandes nomes do erudito, mas que passa também por obras de compositores contemporâneos e do mundo. Ao longo da sua evolução, o 4GV reserva para si um grande número de arranjos e transcrições únicas e pessoais que partilha com o seu público.

ANDRÉ FILIPE RAMOS CARDOSO
Nasceu em Coimbra em 1980. Frequentou o Conservatório Regional de Música de Viseu onde estudou Guitarra Clássica com os Professores Paula Sobral e Christopher Lyall. Mais tarde ingressou na Universidade de Aveiro, na Licenciatura em Ensino de Música, Guitarra Clássica. Teve como professores Josef Zsapka e Paulo Vaz de Carvalho; estudou ainda com António Chagas Rosa, Fausto Neves e Helena Marinho. Participou em cursos orientados por Timothy Walker, Olga Prats, Betho Davezac, Roberto Aussel, Carlo Marchione e Judicael Perroy.
Tem-se apresentado regularmente por todo o país e estrangeiro, com diferentes músicos e projetos, a solo e em agrupamentos de música de câmara, cruzando-se com outros instrumentos além da Guitarra como flauta transversal, violino, contrabaixo, acordeão, saxofone, canto, piano, guitarra portuguesa… Gravou para a Antena 2 no ‘Síntese’ – Festival de música contemporânea da Guarda. É um dos membros do Quarteto de Guitarras de Viseu.
Foi solista, com a Orquestra Filarmonia das Beiras, interpretando um Concerto de Joaquin Rodrigo no 1.º Festival de Música de Viseu. Tocou no 10.º Concurso e Festival Internacional de Guitarra Clássica de Sernancelhe com o Octeto de Guitarras ‘Acorde Ensemble’. Participou em variadas obras teatrais como compositor, intérprete e também como ator. Tocou com a Orquestra Clássica do Centro. Ganhou com o grupo ‘A Presença das Formigas’ o Prémio Zeca Afonso no Festival Cantar Abril em Almada 2009. Lecionou em variadas escolas entre as quais a Riff-Aveiro, Academia de Música de Lamego, Conservatório da Guarda e no Conservatório de Águeda. Desde 2004, que é docente de Guitarra Clássica no Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão em Viseu.

ANTÓNIO CARLOS COELHO
Nasceu em 1989 na cidade de Viseu. Aos 11 anos inicia o seu percurso na Música ingressando no Conservatório Regional de Música de Viseu, Dr. José Azeredo Perdigão; encaminhou os seus estudos para o Violino, instrumento no qual concluiria o curso complementar sob a coordenação da Professora Ana Serrano; no decorrer deste trajeto, estudou também Guitarra Clássica na classe dos Professores André Cardoso e Paula Sobral, na mesma Instituição. Mais tarde prossegue a sua formação no Instituto Jean Piaget licenciando-se em Educação Musical; paralelamente última os seus estudos complementares em Guitarra Clássica com o Professor André Madeira no Conservatório de Música da cidade de Coimbra.
Concluiu a Licenciatura em Música e recentemente o Mestrado em Ensino da Música, Guitarra Clássica, no Instituto Jean Piaget sob a orientação do Doutor Augusto Pacheco e do Doutor Alexandre Andrade.
Esteve presente em masterclasses orientadas pelos Professores Pedro Rodrigues, Fábio Zanon, Carlos Bonell, Goran Krivokapic, Judicael Perroy, Artur Caldeira, Marco Tamayo, Roberto Aussel, Thibault Cauvin, entre outros. No seu percurso estiveram também presentes outros instrumentos que não só a Guitarra Clássica com os quais se cruzou e tocou em duo e em pequenos grupos de câmara.
Atualmente leciona Guitarra Clássica no Conservatório de Música de Viseu e na escola profissional da Jobra. Lecionou na Academia de Música de Sernancelhe e na Associação Cultural de Vouzela.
Tem participado em produções musicais orientadas pela Associação “Contracanto”, em conjunto com a Orquestra Poema e demais músicos adjacentes; apresenta-se numa vertente bastante eclética abraçando diferentes estilos musicais entre o Jazz e a Pop. É membro integrante do Quarteto de Guitarras de Viseu onde toca assiduamente em palcos um pouco por toda a parte.

MARCO ALEXANDRE PINTO PEREIRA
Nasceu em 1988 na cidade de Lisboa onde iniciou os seus estudos musicais com o Professor Rogério Nunes. Mais tarde, já na cidade de Viseu aprofunda os seus estudos no Conservatório de Música na classe dos Professores Paula Sobral e André Cardoso. Posteriormente, prosseguiu a sua formação no Instituto Jean Piaget onde concluiu a Licenciatura em Música. Alcançou em 2013, o grau de Mestre sob a orientação do Doutor Augusto Pacheco e do Doutor António Mota.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento orientados pelos Professores Rafael Andia, Fábio Zanon, Roland Dyens, Paulo Vaz de Carvalho, Artur Caldeira, Elena Papandreou, Margarita Escarpa, Thibault Cauvin, Goran Krivokapic, Carlos Bonell, entre outros. Frequentou também workshops de Jazz com a cantora Jacinta. Em 2014, cursou com o Professor Luís Lapa Jazz e Improvisação. Marcou presença no 4.º a 8.º Encontro Nacional de Guitarristas. Esteve presente no Festival de Música “Tom de Festa” em Tondela. Igualmente como concertista, participou em vários outros eventos fazendo parceria com diversas instituições entre as quais a ARTENAVE, ZUNZUM, ADVB, LIONSCLUB. Foi músico convidado na comemoração do 30.º Aniversário do Instituto Piaget (2008). Tocou na 13.º Sessão Nacional do Parlamento Europeu dos Jovens, Euro-Concerto e no evento internacional World Harmony Run 2011. É membro da Orquestra “Guitarrofonia” com a qual tem realizado inúmeros concertos, a destacar o Concerto de encerramento do 13.º e 14.º Festival Internacional de Guitarra Clássica de Sernancelhe; Concerto em Salamanca no auditório Hospedería Fonseca; Festival da Guarda “O Elogio da Guitarra”; Concerto no CCB no Festival 1001 Músicos… com esta mesma orquestra tocou também em direto para a Antena 2. Tocou em direto para a TVI no programa Oitavo Dia.
Atualmente é docente no Conservatório de Música de Viseu (desde 2009). Foi professor na Escola Profissional da Serra da Estrela em Seia às disciplinas de Música de Câmara e Guitarra Clássica. Marca ainda presença e cruza a sua atividade com vários instrumentistas a destacar o trio de Guitarra, Piano e Canto, e o Quarteto de Guitarras de Viseu onde executa repertório eclético e exclusivo com vários arranjos e transcrições do próprio.

PAULA ALEXANDRA SILVA SOBRAL
Natural de Sernancelhe, Viseu, iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música de Viseu, onde estudou Guitarra com Luís Lapa e Christopher Lyall. Em 1994 iniciou o curso Licenciatura em Ensino da Música na Universidade de Aveiro, na área de Guitarra Clássica, sob a orientação de Paulo Vaz de Carvalho.
Posteriormente continuou o estudo do instrumento com o guitarrista Jozef Zsapka. Conjugou o estudo da guitarra com a atividade docente no Conservatório de Viseu. Participou em várias masterclass. Lecionou igualmente na Escola de Música do Colégio de S. José (Guarda) e no Conservatório de Seia. Atualmente leciona no Conservatório de Música de Viseu “Dr. José de Azeredo Perdigão”. Em 2007 concluiu o seu Mestrado em Música de Câmara na Universidade de Aveiro sob a orientação dos Professores Paulo Vaz de Carvalho, Helena Marinho, Fausto Neves e do guitarrista Odair Assad.
Desde 1999 até 2014, conjuntamente com José Carlos Sousa, foi diretora artística do Concurso e Festival Internacional de Guitarra Clássica de Sernancelhe, evento pioneiro no país. Desde 2015 é diretora artística do Concurso Internacional de Guitarra de Viseu, concurso inserido no Festival de Música da Primavera de Viseu
A sua atividade artística marca-se pela atuação em música de câmara com o duo de guitarras Concentus Duo, onde toca com Manuel Tavares desde o ano 2000. O duo apresentou-se em várias cidades do país, no Festival Ciclo de Guitarra Clássica de Oliveira do Bairro, Festival de Guitarra da Fundação António de Almeida, Festival Internacional de Sernancelhe, CCB, Festival Internacional Guitarmania (Almada e Lisboa) e Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso. Fora de Portugal marcou presença no Festival Internacional de Guitarra em Hondarribia, País Basco, “Guitarre-Essone” em Paris e Festival Internacional de Guitarra de Palencia, Espanha. É membro do Quarteto de Guitarras de Viseu com o qual tem percorrido várias salas do país em concertos e recitais.

O concerto