Orquestra XXI

19 Dezembro, 2020 pelas 19h00 (sábado)
no Pavilhão Multiusos

Concerto live streaming em: www.musicadaprimavera.pt // Youtube // Facebook

Programa

J. S. BACH (1685-1750)
Cantata “Selig ist der Mann”, BWV 57

J. S. BACH (1685-1750)
Susser Trost, mein Jesus kommt, BWV 151

Ficha Artística

Orquestra XXI
Dinis Sousa – Direção musical
Solistas a anunciar

A Orquestra XXI nasceu em 2013, fruto da vontade de reunir o crescente número de músicos portugueses residentes no estrangeiro, para que pudessem partilhar com o seu país de origem as suas experiências e o seu trabalho. Desde então, a Orquestra XXI tem-se apresentado de Norte a Sul do país sempre com o objetivo de levar concertos a um público o mais diversificado possível, tanto nas grandes cidades como em locais com atividade cultural menos regular, sob a direção do seu maestro fundador Dinis Sousa.
Tendo-se afirmado rapidamente como um dos mais destacados projetos na atualidade musical portuguesa, a Orquestra XXI conquistou imediatamente o público português e a crítica especializada, apresentando-se regularmente nas mais prestigiadas salas nacionais, como a Casa da Música, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro Cultural de Belém.
Contando desde 2016 com a participação de cantores, com a criação do Coro XXI, a programação da Orquestra XXI espelha a flexibilidade dos seus músicos, estendendo-se desde obras como a Paixão Segundo S. João, de Bach, até à estreia de obras de compositores portugueses, passando pelo inquestionável repertório sinfónico de compositores como Beethoven, Brahms ou Tchaikovsky. A orquestra trabalhou com solistas como o pianista Artur Pizarro, o tenor James Gilchrist ou o violetista Jano Lisboa e, recentemente, contou com a colaboração do Coro Gulbenkian na apresentação da oratória de Schumann “Das Paradies und die Peri” para o encerramento dos Dias da Música em Belém.
Aproximando-se da mais nova geração de jovens músicos, a Orquestra XXI organiza anualmente um estágio de orquestra, em que alunos do ensino vocacional de todo o país trabalham, enquanto colegas de estante, com os músicos da Orquestra XXI, numa singular troca de experiências.
Tendo sido distinguida com o 1º Prémio no concurso Ideias de Origem Portuguesa da Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a Cotec Portugal, bem como com o Alto Patrocínio da Presidência da República, a Orquestra XXI reuniu já cerca de duas centenas de músicos portugueses residentes no estrangeiro, criando assim uma plataforma que tem incentivado a ligação destes músicos a Portugal.

Biografias

DINIS SOUSA
Dinis Sousa vive atualmente em Londres e é fundador e diretor artístico da Orquestra XXI – projeto vencedor do prémio FAZ-IOP 2013, que reúne músicos portugueses residentes no estrangeiro, com a qual se apresenta regularmente em Portugal. A orquestra tem aparecido nas temporadas da Fundação Calouste Gulbenkian, Casa da Música e Centro Cultural de Belém, recolhendo grandes elogios da crítica especializada.
Nas últimas temporadas, Dinis Sousa tem dirigido orquestras como a Southbank Sinfonia, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Aurora Orchestra e Orquestra Sinfónica de Londres, que recentemente o convidou para substituir o maestro Daniel Harding em ensaio. Com a Orquestra XXI, fez a abertura da Temporada Gulbenkian Música e aparece regularmente no festival “Dias da Música em Belém”, em concertos filmados para a RTP.
Dinis Sousa tem trabalhado com Sir John Eliot Gardiner e os seus agrupamentos – os English Baroque Soloists, Orchestre Révolutionnaire et Romantique e o Monteverdi Choir – tendo sido recentemente nomeado o primeiro Maestro Assistente da história destes grupos. Trabalhou também com Gardiner em orquestras como a Sinfónica de Londres, Filarmónica de Berlim e a Tonhalle de Zurique. Esta temporada dirigiu os English Baroque Soloists em dois programas inteiramente preenchidos com obras de Bach no Festival Internacional de Música de Cartagena.
Dinis estudou na Guildhall School of Music and Drama, onde exerceu a Fellowship em Direção de Orquestra. Durante esse período, dirigiu vários agrupamentos, tendo preparado a Guildhall Symphony Orchestra para o maestro Bernard Haitink, dirigido a Paixão Segundo S. João, de Bach, no Milton Court Concert Hall e uma encenação de “Down by the Greenwood Side” de Birtwistle no Silk Street Theatre. Na mesma escola, concluiu a licenciatura e mestrado com distinção, estudando direção de orquestra com Sian Edwards e Timothy Redmond e piano com Philip Jenkins e Martin Roscoe. Paralelamente, trabalhou em masterclasses com professores como Yekaterina Lebedeva, Sequeira Costa, Angela Hewitt, Ralf Gothóni, Richard Egarr, Jean-Sébastien Béreau, entre outros.
A 10 de Junho de 2015, foi condecorado pelo Presidente da República, Dr. Aníbal Cavaco Silva, com o grau de Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique.